Olhar

>> quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009





Sento-me cansada, olho a lua redonda, que com o seu luar não ilumina a sombra que vem de mim…
Passo veloz e despercebida pela multidão escondida no nada que percorro!
A raiva explode num eco de vazios sons… Continuo sentada, na esperança que ela me diga o que quero ouvir… Ela, somente ela, a Lua me entende no seu majestoso Luar.
Nesta imagem permaneço, sentada no olhar da lua… E espero, espero poder regressar…

8 folhas:

RiP 12 de fevereiro de 2009 às 18:25  

e tu? entendes a Lua? Sabes porque se esconde durante o dia, porque apenas se mostra na sua plenitude apenas em alguns dias? Sabes porque se move constantemente à volta de nós?

... não sei se entendo a Lua, sei que a vejo e a sinto,... não sei se a entendo na sua plenitude ou ela a mim... mas sinto-a, mesmo quando a noite é escura e ela desaparece nas nuvens que teimam em encobrir o céu... eu sei que ela está lá... escondida... coberta... Se ela me entende não o posso afirmar, mas sei que sim, que apesar de tudo sim...

miau 12 de fevereiro de 2009 às 18:46  

"Se por falar falei, pensei que se falasse era fácil de entender..."

Raul e Joel Carvalho 13 de fevereiro de 2009 às 14:14  

Por vezes podemos ter a esperança de que a Lua nos diga o que faremos, mas nunca vai acontecer, porque a lua é apenas um bom ouvinte, não um conselheiro.

Raul e Joel Carvalho 13 de fevereiro de 2009 às 16:45  

Ouvir é sempre o melhor remédio para tudo na vida. A Lua como não fala, só ouve. Essa é a sua grande qualidade.

Por isso, conseguimos falar com a Lua sem que nada nem ninguém nos interrompa ou corte a palavra.

Continue a falar com a Lua. Ela nunca vai contar a ninguem o que lhe confessa.

Abraços

Raul Carvalho

miau 14 de fevereiro de 2009 às 03:20  

A lua diz muito.... É só sentir!!

André jesus 15 de fevereiro de 2009 às 11:39  

Nós viajamos mas depois voltamos ao sítio. Por isso é que a viagem é uma viagem e não uma vida real.

miau 15 de fevereiro de 2009 às 14:53  

Será que voltamos andré? Se assim fosse não sentiamos desenquadramento na "vida real" onde desentendemos tanto de tantos outros...

Raul e Joel Carvalho 20 de fevereiro de 2009 às 10:25  

A viagem é como um Bommeran. Podemos lançá-lo muito longe, o máximo que pudermos, mas ele sempre voltará para o mesmo sítio. A Terra e a mão de quem o enviou!!

Abraços

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