Noite quente...

>> domingo, 1 de fevereiro de 2009

Não me refiz daquela noite.
O meu corpo anseia-te a cada segundo…
Viciei-me em ti…
Na boca que desejo tocar.
No toque que preciso sentir…
No olhar onde me sinto navegar…
Terei que aceitar o destino!
Respeitar uma vontade que não tens,
O desejo que não sentes!
Assim te deixo, com uma imensa Saudade que sombreia o brilho do meu olhar!

4 folhas:

Anónimo 1 de fevereiro de 2009 às 23:32  

Nem sempre conhecemos os desejos dos outros, nem sempre podemos dizer "Tu não me amas, tu não me ligas, tu não gostas de mim, tu és distante, tu és frio..." quando do outro lado tudo o que se quer é amar, é ligar, é gostar, é aproximar, é o calor e o conforto... por vezes partilham-se sentimentos idênticos nas estranhas sensações de desconforto íntimo.

miau 1 de fevereiro de 2009 às 23:46  

O estranho é que se sente, mas num esforço distante, bloqueia-se a visão e tudo se transforma num vazio profundo de um querer impossível...

Afinal sonhar é possível!!!

Anónimo 1 de fevereiro de 2009 às 23:58  

Por vezes o que vemos não corresponde ao que sonhamos e ao que queremos viver e as forças escorregam-nos por entre a vontade e a razão, nunca se deixa de sentir, nem tão pouco se deixa de ver, apenas nos resignamos e acreditamos que a vontade é apenas nossa... assim se vive... e se sofre.

miau 2 de fevereiro de 2009 às 00:02  

Sempre se sente, mas nem sempre se quer saber sentir...

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